Gateway de LLM¶
As aplicações não falam com o provedor de modelos diretamente: passam por um gateway auto-hospedado.
flowchart LR
a["App A"] -- "chave virtual" --> gw["Gateway de LLM"]
b["App B"] -- "chave virtual" --> gw
gw --> p["Provedor de modelos"]
gw --> local["Modelos locais (GPU)"]
gw --> db[("Banco: uso e custo")]
O que o gateway resolve¶
- Chaves do provedor em um só lugar, entregues como segredo; as apps recebem apenas chaves virtuais.
- Custo por aplicação: cada chave virtual tem seu consumo medido e limitável.
- Troca de provedor ou modelo sem mudar o código das apps; modelos locais entram pelo mesmo ponto.
- A app só precisa de um endereço base interno ao cluster.
Trade-offs¶
- (+) Governança de custo e de credenciais sem reescrever aplicações.
- (−) O gateway vira um ponto único de falha e precisa de banco próprio.
- (−) Uma camada a mais de latência e de manutenção.
- Ferramentas de IA de desenvolvimento ficam fora dele, com o próprio plano.